Muito mais que um alerta sobre o câncer de mama

alerta sobre o câncer de mama

Nas mulheres, exceto o câncer de pele não melanoma, o câncer de mama representa 29,7% dos diagnósticos positivos. Estimativas do Instituto Nacional de Câncer – INCA pontam que em 2022 são esperados aproximadamente 66 mil novos casos de câncer de mama. Com esses números alarmantes, cada vez mais é necessário que as mulheres se conscientizem sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama. E o Outubro Rosa é um dos principais momentos para chamar a atenção, embora o ano todo deva ser dedicado à prevenção.

É fundamental que as mulheres se conscientizem sobre a prevenção e o diagnóstico precoce. A rádio-oncologista do Oncoville, Paula Soares, reforça que com o diagnóstico inicial, ou seja, detectando a doença no começo, as chances de cura são maiores e possibilita um tratamento menos radical. “Em outubro, dedicamos em particular a orientação das pacientes sobre os cuidados que devem ter durante a vida em relação aos tratamentos, rastreamento e aos exames que precisam ser realizados regularmente.” 

Radioterapia

Uma das formas de tratamento do câncer de mama é a radioterapia. Com o avanço da tecnologia, abriu-se a possibilidade de se aplicar doses mais altas de radioterapia em menos sessões, com a mesma eficácia e sem um aumento significativo na toxicidade. Até algum tempo atrás, o tratamento considerado padrão de radioterapia para câncer de mama era composto, em média, por cerca de 25 – 30 aplicações. “Com a evolução do tempo esse número pode baixar consideravelmente. Agora, o número total de dias de tratamento poderá variar de 5 a 16 dias nos casos que é possível, conforme avaliação do rádio- oncologista”, cita. Ainda haverá a possibilidade para algumas pacientes realizarem o tratamento em 25 dias (conforme avaliação de cada caso especificamente) e o tempo de cada sessão é definido individualmente, mas poderá ficar em torno de 10 minutos ou até menos.

“A definição da melhor técnica de radioterapia a ser utilizada é definida para cada paciente, ou seja, de forma individual, e de acordo com uma avaliação efetuada pela equipe composta pelos médicos rádio-oncologistas e pelo físico médico, que assegura a administração da radiação à paciente de forma segura e efetiva”, destaca Paula Soares.

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