Vacina na prevenção dos tumores

Meninas e meninos de 9 a 15 podem tomar para se proteger. Adultos também!

O papilomavírus humano (HPV na sigla em inglês) é responsável por infectar cerca de 80% da população sexualmente ativa, sendo um dos principais causadores do câncer de colo de útero. Segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde, esse tipo de câncer afeta mais de 500 mil mulheres por ano. O câncer do colo do útero é o quarto tipo que mais acomete as mulheres no Brasil e, de acordo com informações do Instituto Nacional de Câncer (INCA), deverão ocorrer aproximadamente 16 mil novos casos neste ano no país, quase todos decorrentes de infecção pelo HPV.

Até o momento, são conhecidos mais de cem tipos diferentes do vírus, sendo o HPV 16 e 18 os responsáveis por até 70% dos casos de colo uterino. O tipo 16 é conhecido como sendo de alta probabilidade de se desenvolver a doença – cerca de 400 vezes. Já o tipo 68 é considerado provável alto risco, com probabilidade de 50 vezes de se ter a doença. O rádio-oncologista Henrique Balloni, do Oncoville, clínica de radioterapia em Curitiba, afirma que “em sua maioria, os casos de câncer do colo do útero resultam de infecção genital causada pelo HPV.

Transmitido por meio de relações sexuais, o HPV pode ou não evoluir para o câncer. O papanicolau é o exame de rastreamento para detecção precoce do câncer de colo do útero e visa detectar lesões precursoras e fazer o diagnóstico da doença. Este exame é recomendado a todas as mulheres que já iniciaram atividade sexual.

O HPV também é uma das causas do tumor de cabeça e pescoço (amígdalas, língua), principalmente em pacientes jovens de 40 e 50 anos que não fazem uso de tabaco e álcool. A incidência desses tumores nessa população tem aumentado anualmente em função da infecção previa do HPV. A transmissão ocorre principalmente por meio de relações sexuais orais. Até o momento não existe exame de rastreamento como o papanicolau em tumores de colo uterino. Uma ferida “afta” na boca que não cicatriza (mais de 14 dias) ou mesmo linfonodo no pescoço (gânglio) pode ser um sinal de alerta para procurar especialista para avaliação.

Quem pode tomar a vacina?
Diante deste cenário, a vacina do HPV entra como protagonista e uma poderosa aliada contra o principal fator causal, o papilomavírus. Preventivas, as vacinas têm como função principal evitar a infecção pelos tipos de HPV nelas contidos. Desde 2014, o programa de vacinação brasileiro oferece a vacina para meninas de 9 a 15 anos e para meninos de 11 a 14 anos nos postos de saúde.

“No Brasil, o Ministério da Saúde oferece à população brasileira a vacina quadrivalente, usada para a prevenção de lesões genitais pré-cancerosas de colo do útero, vulva e vagina e de câncer do colo do útero em mulheres, além de verrugas genitais em mulheres e homens, relacionados ao HPV 6, 11, 16 e 18. Outros subtipos do HPV têm cobertura vacinal pelas redes privadas”, cita Dr. Balloni.

Estudo publicado na revista The Lancet (junho de 2019) aponta uma diminuição nas taxas de infecção entre as pessoas mais jovens desde que a vacina foi introduzida. “Com isso, será significativo o número de pessoas que não irão desenvolver cânceres ligados ao HPV, ou seja, fora o câncer de útero, temos o de cabeça e pescoço”, aponta o rádio-oncologista.

Adultos também podem?
Adultos se perguntam se vale a pena se vacinar agora. “A resposta é sim. A vacina tomada tardiamente não curará o HPV se uma pessoa já tiver um tipo de cepa, mas auxiliará contra outras cepas que podem incluir as formas de alto risco”, cita o médico.  As vacinas podem ser encontradas na rede privada que oferecem dois tipos de imunização, a bivalente, que protege contra dois tipos cancerígenos, o 16 e o 18, e a quadrivalente, que além desses dois tipos protege contra os tipos de baixo risco.

O Dia Mundial do Câncer é celebrado hoje, 4 de fevereiro, e tem como principal objetivo aumentar a conscientização da população sobre a doença. Dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) apontam que serão diagnosticados no Brasil cerca de 625 mil novos casos para o triênio 2020-2022, sendo os tipos mais frequentes os tumores de pele não melanoma, mama, próstata, cólon e reto, pulmão e estômago.  

Para evitar o desenvolvimento da doença é fundamental seguir medidas de prevenção, entre elas adotar um estilo de vida saudável com redução de exposição aos fatores de risco. Realizar atividades físicas frequentemente, possuir uma alimentação balanceada e evitar o consumo do álcool e o tabagismo são grandes aliados na manutenção da saúde como um todo. A realização dos exames preventivos corretamente também ajuda na prevenção, principalmente para detectar algum tumor em fase inicial. 

Quanto mais cedo a neoplasia for diagnosticada, melhores são as taxas de cura. Desde 2005 o Oncoville oferece tratamento para o câncer de forma integral e personalizada, seguindo padrões internacionais de qualidade, tornando-se referência nacional.

A vacinação contra o novo coronavírus teve início oficial no último dia 20 de janeiro em todo o Brasil. A primeira fase da vacinação está em andamento contemplando os profissionais de saúde e idosos institucionalizados. A partir da segunda fase, a população geral será imunizada começando pelos grupos de maior risco.

No mundo atual, onde é possível encontrar informações em todas as partes, é primordial que os dados estejam corretos, principalmente quando nos deparamos com as inúmeras fake news ou comentários nas redes sociais e aplicativos de mensagem que não são – e não devem ser – fontes confiáveis. A partir de hoje, faremos uma série de postagens para tirar as dúvidas sobre a vacinação da Covid-19 em pacientes oncológicos. 

Mesmo com o diagnóstico positivo de câncer eu devo me vacinar?
Sim, inclusive os que estão em tratamento, abrindo exceção apenas para casos de contraindicação a um dos componentes do imunizante.

Se eu faço radioterapia posso me vacinar?
Sim, inclusive a recomendação para os pacientes que fazem radioterapia é que não é obrigatório distanciar a vacina das sessões. 

Em caso de dúvidas, informe-se com o seu médico para ter maiores indicações sobre a fase do seu tratamento e o período recomendado para aplicação da vacina contra a COVID-19.

No passado eu já tive câncer e não estou mais em tratamento. Devo me vacinar?
Sim, basta verificar o calendário oficial de vacinação da sua região para saber em qual fase você deverá ser imunizado. 

Pessoas com doença pulmonar obstrutiva crônica, asma, diabetes, cirrose, pressão alta, cardiopatia, epilepsia ou tatuagem podem se vacinar?
Sim, não existe nenhuma proibição para indivíduos nessas situações.

Em relação à febre? Eu estou com febre, tive febre nas últimas 24 horas ou se tive febre há mais de um dia?
Quando você está com febre NÃO deve tomar a vacina.
Se você teve febre nas últimas 24 horas NÃO deve tomar a vacina.
Se a febre foi há mais de um dia, então você PODE tomar a vacina.  

Já tive alergia a outras vacinas. E agora?
É fundamental saber se você tem alergia a qualquer um dos componentes da vacina: hidróxido de alumínio, hidrogenofosfato dissódico, di-hidrogenofosfato de sódio, cloreto de sódio e hidróxido de sódio.

Se o paciente toma corticoide, imunossupressor, imunobiológico (os anticorpos monoclonais) ou imunoglobulina pode se vacinar?
Sim, não existe nenhuma proibição para pessoas nessas situações.

Se o paciente é transplantado ou possui uma doença autoimune está apto para a vacinação?
Sim, a pessoa está apta para tomar a vacina quando chegar a sua vez no plano de imunização da região onde mora. 

A radioterapia está entre os principais tratamentos oncológicos, além de ajudar na destruição das células cancerígenas, é uma grande aliada para oferecer procedimentos de forma integral, personalizada, com mais assertividade e sessões mais rápidas. No entanto, além dos rádio-oncologistas, é preciso contar com uma equipe multiprofissional altamente especializada. Entre esses profissionais fundamentais para o sucesso dos tratamentos com radioterapia estão os físicos médicos.  As áreas mais importantes onde esse profissional pode atuar são a radioterapia, medicina nuclear ou radiodiagnóstico. Sempre pensando nos melhores resultados para os pacientes, o Oncoville possui dois físicos médicos, Otávio Riani de Oliveira e Paulo Cesar Dias Petchevist. 

De acordo com o físico médico Otávio Riani, entre as principais funções dos físicos médicos está a dosimetria clínica, ou seja, o monitoramento para que as doses de radiação durante o tratamento sejam entregues de maneira precisa na área determinada pelo rádio-oncologista. “Mesmo utilizando aparelhos com alta tecnologia, como o TrueBeam, é fundamental que todo o controle seja feito para que o paciente receba a radiação somente no tumor, preservando os órgãos próximos. Também é necessário que seja realizado um controle de qualidade eficaz para evitar erros no processo e riscos que envolvam a utilização de qualquer tipo de radiação.”

O físico médico Paulo Petchevist explica que a rotina no Oncoville é bem dinâmica pois cada planejamento é único, individual e personalizado. O planejamento para cada tratamento é feito em conjunto com o rádio-oncologista uma vez que é preciso conciliar o “o que fazer” com o “como fazer”. O radio-oncologista dá as diretrizes do que quer para o plano de tratamento e o físico médico encontra as formas de alcançar esse objetivo. Juntos eles constroem o melhor plano de tratamento e avaliam se a dose prevista foi entregue em todo o volume alvo e se os limites de dose nos demais órgãos sadios foram respeitados, de acordo com os mais atuais protocolos científicos internacionalmente aceitos. 

A física médica evoluiu muito desde a descoberta dos Raios X e da radioatividade em 1890 e, cada vez mais, novas formas de tratamento e técnicas estão surgindo e contribuem para o avanço dos diagnósticos e tratamento sempre com o mesmo objetivo: o melhor para o paciente.

O diagnóstico de um câncer muitas vezes é um baque para o paciente e seus familiares, principalmente por não terem conhecimento do que poderá acontecer durante o tratamento. Alguns são casos mais leves e outros necessitam de mais cuidados e atenção especial. Entre os principais procedimentos para o tratamento do câncer está a radioterapia, que vem se destacando cada vez mais pela sua alta precisão e diminuição da intensidade dos efeitos colaterais.

Saiba um pouco mais sobre o tratamento com a radioterapia:

– A intensidade dos efeitos da radioterapia irá depender da dose do tratamento, do local do corpo tratado, do tamanho da área irradiada e do tipo de radiação;

– Os cuidados com a pele devem ser permanentes, principalmente deve-se evitar a exposição solar durante o tratamento e, quando precisar se expor, cobrir a parte do corpo que recebeu a radiação;

– A parte da pele que recebeu a radiação poderá ficar avermelha, irritada, seca, descamar e também coçar. Nunca passe nenhum produto na pele sem perguntar para o seu rádio-oncologista; 

– A alimentação do paciente deve ser mais leve. Sugere-se a variação dos componentes da dieta para melhorar o apetite. Em alguns casos acontece a perda de apetite e dificuldade para ingerir os alimentos;

– O cansaço pode aparecer em alguns pacientes, por isso é importante intercalar as atividades cotidianas com pausas para descanso.

Dados divulgados pela Nurses’ Health Study, responsável por estudos que examinam a epidemiologia e os efeitos a longo prazo da nutrição na saúde e no desenvolvimento de doenças, apontaram que as mulheres que optaram por uma dieta para a redução do risco de diabetes antes e depois do diagnóstico de câncer de mama tiveram menores taxas de mortalidade quando comparadas com aquelas que não mantiveram uma dieta saudável.

Foi verificado que o diabetes tipo 2 está relacionado a prognósticos ruins para mulheres com tumores de mama. Por esse motivo, mudanças nos hábitos alimentares ajudam na prevenção desse tipo de diabetes, auxiliando nas taxas de sobrevida das pacientes. Cerca de 8 mil mulheres participaram do estudo e, desse total, as que aderiram a um estilo alimentar associado ao menor risco de diabetes tipo 2 tiveram 13% menos risco de mortalidade por câncer de mama e 31% menos risco para morte por qualquer outra causa. Assim como em qualquer tumor, uma alimentação saudável é fundamental para melhores resultados, mas lembre-se: procure um especialista que irá indicar os melhores nutrientes para a sua dieta.

Neste sábado, dia 12, Dr. Henrique Balloni, rádio-oncologista do Oncoville participa de simpósio do INC Glioma Symposium 2020. Durante o evento on-line, realizado pelo Hospital INC – Instituto de Neurologia de Curitiba a partir das 10h, Dr. Henrique será o moderador da palestra Immunobiology and Gliomas, que será proferida por Amy B. Heimberger, professora do Departamento de Neurocirurgia da Universidade do Texas e profissional do MD Anderson Cancer Center, instituição voltada para o atendimento de pacientes, pesquisa, ensino e prevenção, nos Estados Unidos. “É muito importante essa troca de informações que acontecem quando encontramos, mesmo que virtualmente, com especialistas renomados. Dessa maneira, conseguimos potencializar cada vez mais os nossos atendimentos e o tratamento dos pacientes”, ressalta Dr. Balloni.

Sobre o Oncoville
O Oncoville é uma clínica de excelência em radioterapia que oferece tratamento para o câncer de forma integral e personalizada, seguindo padrões internacionais de qualidade. O centro de oncologia dispõe de uma infraestrutura ampla e moderna para garantir bem-estar e conforto aos pacientes. Dispõe de equipamentos modernos e com tecnologia de ponta, como aparelhos de imagem IGRT, IMRT e Braquiterapia em 3D, de alta precisão, que, aliados a uma equipe multidisciplinar especializada, garantem um tratamento oncológico de qualidade com alto nível de satisfação. A clínica mantém uma equipe de profissionais especializados e atualizados para aplicar técnicas altamente avançadas como Radiocirurgia craniana, Radioterapia com Intensidade Modulada – IMRT, Radioterapia Guiada por Imagens – IGRT e Braquiterapia em 3D. A conjugação de um tratamento eficaz aliado à excelência do atendimento de uma equipe altamente especializada é nosso maior referencial.


Muito se fala do câncer de próstata (e muitos mitos também existem), mas você realmente sabe com o que deve se preocupar quando o assunto são os fatores de risco? Nós, do Oncoville, queremos mostrar a importância do diagnóstico precoce. Confira como enfrentar o câncer de próstata e realizar a detecção no estágio inicial da doença com esses fatores-chave:

Fatores de risco

A idade é um dos fatores de risco para o câncer de próstata mais objetivo, já que mais de 90% dos tumores afetam pacientes acima de 50 anos. Vale ressaltar outros fatores de hábito de vida relacionados ao tumor de próstata: sedentarismo, obesidade e, principalmente, o tabagismo e etilismo. Manter atividades físicas regulares, alimentação rica em legumes, fibras com baixa quantidade de carboidratos e gorduras é fundamenta para prevenção de diversas doenças. Lembre-se: evite cigarro e álcool!

Mudanças na quantidade e maneira (se sente dificuldade) para urinar nem sempre são um sinal de câncer de próstata, geralmente está associado ao aumento benigno (não câncer) da glândula.

Histórico familiar

Atenção! Se você teve ou tem avô, pai, tio ou irmão com câncer de próstata, isso pode dobrar o risco de também desenvolver a doença. Fique atento aos fatores de risco e inicie os exames de detecção precoce na faixa dos 45 anos.

Qualquer dúvida ou se você se enquadra em um desses fatores, busque imediatamente um especialista.

Dr. Henrique Balloni
CRM 27193

Com o intuito de proporcionar uma experiência marcada pela excelência no acolhimento ao paciente, o Oncoville passa a contar agora com o Serviço de Concierge. Sob a responsabilidade de Marcelo Nakamura, o profissional irá auxiliar os pacientes em tratamento na clínica em diversas questões, como tirar dúvidas, agilizar solicitações de exames, por exemplo, assegurando que o período de tratamento seja o mais tranquilo possível.

Atendimento personalizado

A criação do serviço de concierge visa atender às demandas de pacientes e dos seus acompanhantes, que se tornaram personalizadas e individualizadas. Com isso, o Oncoville espera ter um ganho ainda maior em eficiência na prestação dos serviços na clínica, atuando diretamente com o cliente para assegurar sua satisfação.

A rotina de trabalho do concierge será acompanhar os pacientes de primeira consulta dos médicos elegíveis, colocando-se à disposição para sanar suas dúvidas, facilitando agendamentos, exames e mantendo contato telefônico constante. A ideia é transmitir toda a confiança e segurança possível ao paciente durante todo o processo de seu tratamento, com um profissional apto para orientar, acolher e suprir todas as suas necessidades.

Horário
O concierge estará à disposição de segunda a sexta-feira, das 9h às 19h, e o primeiro atendimento é feito logo após a admissão do paciente.

Sobre o Oncoville
O Oncoville é uma clínica de excelência em radioterapia que oferece tratamento para o câncer de forma integral e personalizada, seguindo padrões internacionais de qualidade. O centro de oncologia dispõe de uma infraestrutura ampla e moderna para garantir bem-estar e conforto aos pacientes. Dispõe de equipamentos modernos e com tecnologia de ponta, como aparelhos de imagem IGRT, IMRT e Braquiterapia em 3D, de alta precisão, que, aliados a uma equipe multidisciplinar especializada, garantem um tratamento oncológico de qualidade com alto nível de satisfação. A clínica mantém uma equipe de profissionais especializados e atualizados para aplicar técnicas altamente avançadas como Radiocirurgia craniana, Radioterapia com Intensidade Modulada – IMRT, Radioterapia Guiada por Imagens – IGRT e Braquiterapia em 3D. A conjugação de um tratamento eficaz aliado à excelência do atendimento de uma equipe altamente especializada é nosso maior referencial.

O corpo clínico do Oncoville participará nos próximos dias 20 e 21 de novembro da segunda edição do MoonShot Brasil Sul – VIII Congresso Internacional do IOP. O evento, que será totalmente online e gratuito, é realizado pelo Instituto de Oncologia do Paraná (IOP) e considerado um dos mais importantes na área de saúde no Brasil. Os rádio-oncologistas do Oncoville, Dr. Daniel Neve, Dr. Henrique Balloni e Dra. Paula Soares apresentaram palestras com as novidades no tratamento do câncer de mama e próstata. Faça hoje mesmo a sua inscrição: http://moonshotbrasilsul.com.br

No Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens – atrás apenas do câncer de pele não-melanoma. A estimativa do Instituto Nacional do Câncer (INCA) de novos casos para este ano é de 65.840. No Paraná, são estimados 3.560 novos casos.

O tumor de próstata, frequentemente, é assintomático durante sua fase inicial e quando alguns sintomas começam a aparecer, entre eles dor óssea e emagrecimento, o risco de que o tumor esteja disseminado é alto. Por essa razão, é fundamental manter os exames de rotina. A Sociedade Brasileira de Urologia recomenda iniciar o rastreamento a partir dos 50 anos em homens sem fatores de risco, e com 45 anos naqueles com histórico familiar da doença em pai, irmãos ou tios. Cerca de 10% dos homens após os 50 anos de idade desenvolvem a doença. Conforme o envelhecimento, as chances crescem, podendo acometer mais de 50% dos homens aos 75 anos. 

As formas mais comuns de rastreamento são o exame de PSA (antígeno prostático específico) e o exame de toque retal. O diagnóstico definitivo é feito pela biópsia da próstata guiada por ultrassonografia. Em estágio inicial, o objetivo do tratamento é curativo, porém, em casos avançados, já com metástases, o foco está no controle da doença. 

Tratamento para câncer de próstata

A escolha do melhor tratamento vai depender de determinados aspectos, como o estado de saúde do paciente, estadiamento da doença, expectativa de vida e, em casos iniciais, da preferência do paciente, cita Henrique Balloni, rádio-oncologista do Oncoville. Em casos iniciais, a prostatectomia radical (remoção completa da próstata) ou radioterapia, os dois últimos tratamentos com mesma taxa de controle, porém com diferentes riscos de efeitos colaterais.

A radioterapia para câncer de próstata nos últimos anos apresentou evolução tecnológica que resultou em melhores resultados na cura do câncer associada à segurança no tratamento. Atualmente, é planejado com auxílio de computadores em imagens 3D, na qual se define o local de tratamento e os órgãos normais adjacentes a serem protegidos garantindo a entrega de dose no local do tumor e a proteção dos órgãos sadios.

Uma alimentação correta e a prática regular de exercícios físicos são importantes para a nossa vida, mas quando pensamos que essas atitudes também podem nos proteger contra o desenvolvimento de algum tipo de câncer, como evitar o câncer de mama, essas ações se tornam fundamentais dentro da rotina. 

Dados do Instituto Nacional de Câncer, o INCA, estimam mais de 66 mil novos casos de câncer de mama para cada ano do triênio 2020-2022 no Brasil. A incidência desse câncer se configura entre as primeiras posições das neoplasias femininas. Em muitos casos os riscos de desenvolver essa neoplasia são determinados por fatores genéticos, mas estudos apontam que cerca de 30% dos diagnósticos poderiam ser evitados com hábitos de vida saudáveis, principalmente no que diz respeito à alimentação, assim evitar o câncer de mama.

Além de evitar o consumo excessivo do álcool, tabagismo e sedentarismo, é importante não consumir produtos ultraprocessados, sal, açúcar, aditivos artificiais, carne vermelha em excesso, farinha branca, frituras e produtos industrializados em grande quantidade.

Invista em alimentos com original vegetal, como frutas, verduras, legumes e cereais, além daqueles com antixoxidantes naturais. Mas lembre-se: mesmo mantendo uma dieta balanceada e mantendo atividades físicas regulares, é fundamental realizar os exames periódicos regularmente, mesmo em tempos de pandemia. Quanto mais cedo o câncer de mama for diagnosticado, melhores as taxas de cura e os tratamentos terão melhores resultados.

Os pacientes que se encontram em tratamento também devem tomar certos cuidados com a alimentação, conforme orientação do seu médico. Confira: https://oncoville.com.br/blog/a-importancia-da-alimentacao-saudavel-durante-a-radioterapia/

Outubro é o mês de conscientização sobre a importância da detecção precoce do câncer de mama, o qual é o mais incidente em mulheres. Dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) estimam cerca de 66 mil novos casos neste ano, o que corresponde a quase 30% dos casos no Brasil.

Tumores da mama podem ser investigados após queixas, por exemplo, nódulo palpável na mama ou na axila, alterações da pele da mama, dentre outras, ou em fase assintomática pelo exame de rastreamento (screening). “Neste último caso é maior a chance de ser detectado tumores em fases mais iniciais, os quais têm maior possibilidade de cura”, cita o rádio-oncologista Daniel Neves, do Oncoville.

Publicação internacional recente estima redução de sobrevida (pacientes vivas) em portadoras de câncer de mama em até cinco anos após o diagnóstico entre 7,9 e 9,6% por atraso na detecção do tumor. Por outro lado, é necessário avaliar os riscos devido à pandemia da Covid-19. “Nesta situação desafiadora, na qual precisamos contrapor riscos e benefícios da realização de exames de rastreio, a Sociedade Brasileira de Mastologia recomenda que nas regiões onde o pico da doença diminuiu, os casos estão estabilizados e existe certa flexibilização, as mulheres retomem seus exames, desde que seguindo as medidas de segurança, enfatizando que no caso da mulher suspeitar de um nódulo palpável ela não deve postergar e buscar atendimento imediatamente para fazer o diagnóstico”, destaca Neves.

Neste ano marcado pela pandemia por coronavírus, seguimos pensando rosa, a fim de ajudar mulheres a ter diagnóstico precoce e tratamentos curativos.

Referências:

  1. Estimativa 2020 Incidência de Câncer no Brasil ; https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files/media/document/estimativa-2020-incidencia-de-cancer-no-brasil.pdf (acessado no dia 29/09/20)
  2. Maringe C et. al. Lancet Oncol 2020; 21: 1023–34. The impact of the COVID-19 pandemic on cancer deaths due to delays in diagnosis in England, UK: a national, population-based, modelling study.
  3. https://www.sbmastologia.com.br/noticias/outubro-rosa-sbm-lanca-movimento-quanto-antes-melhor-e-chama-a-atencao-para-a-vida-saudavel (acessado no dia 29/09/20)

O rádio-oncologista Henrique Balloni, do Oncoville, clínica de radioterapia, concedeu entrevista à Rádio CBN Curitiba, na qual abordou o câncer de próstata e as formas de tratamento. O médico destacou a importância dos exames de rotina e de se adotar bons hábitos de vida. Confira!

Veículo: CBN Curitiba FM
Data: 10/09/2020

CBN CURITIBA · 10.09 – Henrique Balloni

Ao longo dos últimos 15 anos a radioterapia evoluiu substancialmente, dispondo de aparelhos e de técnicas para potencializar os resultados no tratamento do câncer e reduzir os efeitos colaterais.
O Oncoville, que neste ano completa 15 anos, acaba de adquirir o primeiro TrueBeam aparelho de radioterapia de última geração do Estado do Paraná. “Trata-se de um acelerador linear que conta com modernos recursos de tratamento que permitem a realização de diversas técnicas (radioterapia conformacional, IMRT, arcoterapia volumétrica modulada, radiocirurgia intra e extracraniana), verificação de imagem pré-tratamento através de tomografia acoplada ao aparelho e mesa robótica submilimétrica para correção de posicionamento. Tudo isto permite tratamento de alta precisão, entrega de doses maiores, número reduzido de sessões e menor risco de efeitos colaterais, o que traz maior qualidade, conforto e comodidade para o paciente” explica Daniel Neves, rádio-oncologista no Oncoville.

Atendimento integral

Especializada em radioterapia, a clínica oferece tratamento para o câncer de forma integral e personalizada, seguindo padrões internacionais de qualidade. Com uma infraestrutura moderna e ampla, tudo foi pensado para garantir bem-estar e conforto aos pacientes. Ao longo dos anos, mais de 10 mil pacientes já foram tratados.

Humanização

O TrueBeam aparelho de radioterapia de última geração soma-se aos outros recursos disponíveis no Oncoville, como IMRT, IGRT e braquiterapia conformacional, além de equipe multidisciplinar especializada, composta por médicos rádio-oncologistas, físicos médicos, tecnólogos de radioterapia e enfermeiros, o que assegura tratamento oncológico de qualidade com alto nível de satisfação e com humanização, fundamental para o paciente.
“Para manter o alto padrão de qualidade, nossas equipes se mantêm constantemente atualizadas, o que é fundamental para oferecer o melhor tratamento ao paciente”, cita Neves.

Quando falamos de hábitos que devem ser evitados para uma vida mais saudável, entre eles está o tabagismo. Fumar esporadicamente é prejudicial?Principal vilão para o desenvolvimento de inúmeras doenças evitáveis, como o câncer de pulmão, o consumo do cigarro sempre foi um assunto que trouxe dúvidas para a população. Principalmente em relação se existe uma quantidade mínima aceitável. 

Um estudo realizado pela revista médica JAMA Network, publicada pela American Medical Association, contou com 505.500 adultos e demonstrou que os fumantes diários tinham 2,32 vezes mais risco de morte do que os não fumantes. Já aquelas pessoas que fumavam esporadicamente tinham 1,82 vezes mais risco de morte do que os nunca fumaram. Apesar da redução do tabagismo diário para esporádico esteja associada à diminuição do risco de mortalidade, a interrupção total foi associada a um benefício muito maior.

Fumar esporadicamente é prejudicial? Os tabagistas esporádicos apresentam maior risco de mortalidade do que as pessoas que não fumam, mesmo que fumem apenas alguns cigarros por mês. Portanto, todos os fumantes devem parar, independentemente de quão esporadicamente fumem.

Parar de fumar pode ser difícil para muitas pessoas, por isso é importante procurar ajuda de um especialista que poderá acompanhar todo o processo e, principalmente, dar o suporte necessário para essa fase de mudanças que serão muito benéficas para o futuro do indivíduo. 

Sobre o Oncoville
O Oncoville é uma clínica de excelência em radioterapia que oferece tratamento para o câncer de forma integral e personalizada, seguindo padrões internacionais de qualidade. O centro de oncologia dispõe de uma infraestrutura ampla e moderna para garantir bem-estar e conforto aos pacientes. Dispõe de equipamentos modernos e com tecnologia de ponta, como aparelhos de imagem IGRT, IMRT e Braquiterapia em 3D, de alta precisão, que, aliados a uma equipe multidisciplinar especializada, garantem um tratamento oncológico de qualidade com alto nível de satisfação. A clínica mantém uma equipe de profissionais especializados e atualizados para aplicar técnicas altamente avançadas como Radiocirurgia craniana, Radioterapia com Intensidade Modulada – IMRT, Radioterapia Guiada por Imagens – IGRT e Braquiterapia em 3D. A conjugação de um tratamento eficaz aliado à excelência do atendimento de uma equipe altamente especializada é nosso maior referencial.

Entre os principais tratamentos curativos do câncer está a radioterapia, para muitos tumores, essa é a melhor maneira de realizar procedimentos mais assertivos. A equipe de físicos médicos do Oncoville explica que no momento em que a sessão de radioterapia é feita, há uma entrega gigantesca de energia à região acometida pelo tumor através da radiação. Importância do IGRT no planejamento do paciente.

Diante disso, entendemos que a entrega de energia deve ser feita da forma mais precisa possível à região a ser tratada, pois, do contrário, órgãos e tecidos vizinhos à região comprometida receberão doses de radiação desnecessariamente, podendo ter seu funcionamento comprometido temporária ou permanentemente. 

Na radioterapia a precisão está na capacidade de reproduzir, em todas a sessões de tratamento, essa entrega de energia de forma concentrada na região a ser tratada, minimizando ou até mesmo evitando possíveis efeitos colaterais nos tecidos e órgãos vizinhos a esta região. A técnica responsável pela localização precisa da região a ser tratada é a Radioterapia Guiada por Imagem (IGRT) e uma das formas mais eficientes de se fazer IGRT é utilizando o Exactrac @Brainlab. 

Esse equipamento é composto de uma câmera de infravermelho, dois tubos de RX e dois painéis receptores, além de uma mesa robótica com movimentos de translação e rotação automáticos. A câmera de infravermelho fica acoplada ao teto da sala de Radioterapia e tem a função de pré-posicionamento do paciente após ele deitar-se na mesa de tratamento. Os dois tubos de RX, localizados no piso da sala, farão duas exposições, que serão captadas pelos dois painéis presos ao teto da sala após os RXs passarem pelo paciente, proporcionando duas imagens distintas. 

O software do Exactrac se encarregará de comparar essas imagens àquelas utilizadas no planejamento do tratamento. Qualquer diferença entre o posicionamento atual do paciente em relação ao que foi planejado será automaticamente corrigida submilimetricamente por translação e/ou rotação da mesa robótica. Só depois de cumpridas essas etapas, que garantirão precisão de posicionamento, o tratamento começará.

O mês de julho foi escolhido para conscientizar a população sobre os sintomas, fatores de risco e o aumento da incidência do câncer de bexiga. O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estimou para 2020 a incidência de 10.640 novos casos de câncer de bexiga no Brasil, sendo 7.590 em homens (sétimo lugar em incidência) e 3.050 em mulheres. Um importante fator de risco modificável é o tabagismo, o qual aumenta também o risco de outras neoplasias e de doenças cardiovasculares.

O principal sintoma do câncer de bexiga é a presença de sangue na urina (hematúria), comum a outras doenças do trato urinário, como pedra no rim e infecção urinária. Podem estar presentes também dor pélvica, sintomas irritativos para urinar, dentre outros. 

O tratamento local de tumor de bexiga que invade o músculo (chamado doença músculo-invasiva) pode ser cirurgia ou radioterapia. A radioterapia é uma opção que, em pacientes selecionados (idealmente pacientes com estádio cT2N0, mas também é possível de ser avaliado em outros estadiamentos), permite o tratamento do tumor aliado à preservação da bexiga. 

Esta modalidade de tratamento consiste em irradiar o tumor e áreas de risco com doses fracionadas respeitando a tolerância dos órgãos normais próximos (principalmente reto, intestino e fêmures). Geralmente, o tratamento é realizado entre 4 e 6 semanas com frações diárias que levam em torno de 5-10 minutos e são administradas de segunda a sexta-feira. 

Para avaliação de quais são as melhores opções de tratamento de forma individualizada, é necessária a realização de história clínica, exame físico, avaliação de exames laboratoriais, radiológicos e anatomopatológicos (biópsia, a qual é feita geralmente por um procedimento chamado RTU (ressecção transuretral), que visa a retirada máxima do tumor, o que melhora o resultado de controle e preservação de bexiga.

Mesmo diante da pandemia, é importante investigar sinais e sintomas suspeitos, uma vez que o diagnóstico em estágios mais iniciais tem melhor resultado de controle. “No Oncoville, estamos tomando todas as medidas de segurança para conter a disseminação do novo coronavírus (COVID-19), a fim de prosseguir em nossa missão de cuidar de sua saúde com amor e carinho. Qualquer dúvida, fique à vontade e agende uma avaliação com nossos profissionais”, cita a equipe de rádio-oncologistas.

A braquiterapia é um tipo de radioterapia interna onde o material radioativo é inserido dentro ou próximo ao órgão a ser tratado, utilizando fontes radioativas específicas e de diferentes formas por meio de cateteres ou sondas. É utilizada principalmente nos tumores ginecológicos, como colo do útero, endométrio e alguns tipos de sarcoma, sendo considerada uma das técnicas de tratamento no Oncoville. Dependendo do estágio da doença, a braquiterapia pode ser usada de maneira isolada ou após tratamento com quimioterapia e radioterapia.

No Oncoville, para todos os pacientes que serão tratados com braquiterapia, que é um tipo de radioterapia interna, é feito um planejamento computadorizado tridimensional (3D), que envolve a realização de tomografia computadorizada após a colocação do aplicador pelo médico radioterapeuta. Dessa forma é possível verificar tridimensionalmente o aplicador e sua posição em relação ao tumor e aos órgãos ao redor a serem preservados da radiação.  

Com procedimento ambulatorial e com aplicação de anestesia, o paciente que realiza a braquiterapia não precisa ficar internado, uma vez que o processo costuma ocorrer em cerca de uma hora. A recuperação da anestesia pode durar entre quatro ou cinco horas. Depois que o efeito do sedativo passar o paciente é liberado. Lembre-se: o acompanhamento de um profissional capacitado é fundamental para avaliar cada caso.

Sobre o Oncoville
O Oncoville é uma clínica de excelência em radioterapia que oferece tratamento para o câncer de forma integral e personalizada, seguindo padrões internacionais de qualidade. O centro de oncologia dispõe de uma infraestrutura ampla e moderna para garantir bem-estar e conforto aos pacientes. Dispõe de equipamentos modernos e com tecnologia de ponta, como aparelhos de imagem IGRT, IMRT e Braquiterapia em 3D, de alta precisão, que, aliados a uma equipe multidisciplinar especializada, garantem um tratamento oncológico de qualidade com alto nível de satisfação. A clínica mantém uma equipe de profissionais especializados e atualizados para aplicar técnicas altamente avançadas como Radiocirurgia craniana, Radioterapia com Intensidade Modulada – IMRT, Radioterapia Guiada por Imagens – IGRT e Braquiterapia em 3D. A conjugação de um tratamento eficaz aliado à excelência do atendimento de uma equipe altamente especializada é nosso maior referencial.

Uma vez em que o tratamento oncológico acabou, é muito comum que o paciente se questione sobre “o que deve fazer”, “quais cuidados tomar”, “como será daqui para frente”… A recuperação de um paciente é individualizada, depende, caso a caso, do estágio do câncer, das formas de tratamento que foram adotadas, entre outros fatores.

A equipe de rádio-oncologistas do Oncoville, sempre atenta às necessidades de seus pacientes, preparou um roteiro com as principais dúvidas com relação ao fim do tratamento. Confira!

Quais as principais dúvidas pós-tratamento?

Umas das principais dúvidas de nossos pacientes diz respeito ao contato com outras pessoas, se há algum impeditivo de se fazer contato e se isso implica em sua recuperação. Outra questão é se a radiação que ele (paciente) recebe é transmitida para outras pessoas. E, por fim, se pode se expor ao sol depois do tratamento radioterápico.

Vale salientar que todas as dúvidas são sanadas pelos profissionais durante todo o processo de tratamento do paciente. Elas podem vir antes, durante ou após o tratamento.

Depois que o tratamento termina existe algum acompanhamento? Como é feito?

Sem dúvida! Depois do tratamento com radioterapia o paciente deve manter os chamados exames de Seguimento, de acordo com o local de origem da sua doença. O exame poderá ser realizado periodicamente, em intervalos definidos caso a caso, conforme estabelecido pela equipe de profissionais que assiste o paciente.

Como deve ser a rotina do paciente depois do tratamento?

O paciente deve manter sua rotina normalmente, de acordo com suas possibilidades, local afetado pela doença e estado geral do mesmo. O tratamento por si só não o impede de levar uma vida normal.

O que se deve observar, e aí fica uma recomendação, é que conforme a área ou a região a ser tratada poderão aparecer alguns sintomas, que eventualmente necessitarão do uso de medicação. Nossa equipe está atenta e pronta a esclarecer todo e qualquer questionamento do paciente para ajudá-lo da melhor forma possível.

O que de fato vai definir a rotina quando o tratamento oncológico acabou é como o paciente se encontrava previamente ao tratamento com radioterapia.

Existem restrições para esses pacientes?

Não. As restrições não são definidas pela realização da radioterapia, mas pelo local em que a doença se apresenta e seu estadiamento clínico no momento do diagnóstico.

Por estadiamento clínico entenda-se como um processo para determinar a localização (realização de exames, avaliação médica), a extensão e orientação de como se apresenta a doença para uniformizar as informações para a equipe de profissionais adotar o melhor tratamento para o paciente.

Os hábitos saudáveis devem continuar/serem reforçados?

Sempre. É fundamental, dentro das possibilidades individualizadas, manter hábitos de vida saudáveis, como uma alimentação equilibrada e a prática regular de atividade física, dentro da capacidade individual e sempre sob acompanhamento de profissional. Adotar um estilo de vida saudável, além de contribuir para uma melhor qualidade de vida, ajuda também a diminuir o risco de recidiva em alguns casos.