Oncoville mantém Acreditação ONA Nível 1
O Oncoville, clínica de radioterapia, recebeu, em agosto, a visita de manutenção dos avaliadores do Instituto de Planejamento e Pesquisa para Acreditação em Serviços de Saúde – IPASS. Após reuniões com gestores de áreas, a IAC e a Organização Nacional de Acreditação – ONA mantiveram a certificação da Acreditação Nível 1 para a clínica.
A manutenção da Acreditação Nível 1 se deu em função de o Oncoville cumprir os critérios de segurança dos pacientes em suas áreas de atividade.
Parabenizamos nossos colaboradores, pois o nosso sucesso é também estendido a nossos pacientes, que nos pontuam com um alto nível de satisfação.
A Agência Nacional de Segurança Sanitária (Anses) publicou recentemente um estudo que serve de alerta para a população sobre a relação entre os alimentos com nitrato e nitrito e o aumento para o risco de desenvolver câncer colorretal. Quanto maior a exposição a esses compostos, maior o risco de câncer na população e de outras doenças.
Segundo a publicação da Anses, o principal problema é a adição de nitrato em alimentos, principalmente nos embutidos e carnes processadas. Além desses alimentos, a sociedade também é exposta de maneira constante aos nitratos, que estão presentes, inclusive, na água e nos vegetais, uma vez que atividades humanas contribuem para aumentar a concentração do elemento em recursos hídricos ou solos.
A adição pelo mercado de alimento de nitratos e nitritos nos embutidos visa limitar o desenvolvimento de bactérias que causam doenças, como a salmonela. Para a Anses, a redução da utilização dessas substâncias pode acontecer com medidas adicionais para o controle do risco de contaminação por outros meios, sendo adaptadas a cada categoria de produto.
Fica a dica: a recomendação para o melhor do bem-estar da população é de que o consumo desses alimentos não seja de mais de 150 gramas por semana.
A campanha Agosto Branco tem como objetivo alertar e sensibilizar a população sobre o diagnóstico, fatores de risco e formas de tratamento do câncer de pulmão, um dos tumores mais comuns e o maior responsável pelas mortes decorrentes de câncer no mundo e especialmente no Brasil. Sua causa principal é o tabagismo e a exposição passiva, responsáveis por 85% dos diagnósticos. Além disso, há, também, fatores ligados à poluição do ar e à exposição a agentes químicos ou físicos.
Em 2023, serão diagnosticados 32.560 novos casos de câncer de pulmão no Brasil. Essas estimativas do Instituto Nacional de Câncer – INCA reforçam a importância de conscientizar a população sobre esse tipo de câncer que afetará 18.020 em homens e 14.540 em mulheres. Uma das melhores formas de prevenção é evitar o consumo de tabaco e manter o distanciamento de pessoas que fumam, evitando a exposição passiva.
A rádio-oncologista do Oncoville, Paula Soares, explica que os dois principais tipos de câncer de pulmão são o carcinoma de pequenas células e o carcinoma de não pequenas células. Eles se diferenciam pela aparência de suas células. “O carcinoma de pequenas células é o tipo mais agressivo de câncer e pode se disseminar rapidamente para outras partes do corpo, gerando metástases. Está fortemente vinculado ao consumo de tabaco. Já o carcinoma de não pequenas células é o tipo mais frequente, sendo responsável por 90% dos casos.”
Fique atento aos sintomas!
Os sintomas desse tipo de neoplasia costumam aparecer quando a doença já está em um estágio avançado, como tosse ou rouquidão persistentes, escarro com sangue, cansaço e falta de ar, dor no peito e perda de peso e apetite. “Ao sentir alguns desses sintomas, recomendamos que se busque orientação médica imediatamente, caso o diagnóstico da doença seja confirmado, é preciso dar início ao tratamento, visando um melhor prognóstico”, aponta Paula Regia Soares.
Pessoas que fumam devem estar em alerta e fazer os exames de rotina regularmente. Para fumantes acima de 50 anos é recomendado, como forma de rastreamento, a Tomografia Computadorizada de Tórax com baixa dose de radiação (TCBD), que deverá ser feita anualmente. A TCBD deverá ser indicada sob orientação médica.
Radioterapia é uma das formas de tratamento
Assim como qualquer tipo de câncer, o tratamento vai depender do estágio da doença, podendo ser utilizadas a cirurgia, quimioterapia, imunoterapia e radioterapia. O físico-médico Paulo Petchvist, do Oncoville, explica que as sessões de radioterapia para esse tipo de tumor são para atingir o local afetado para o controle da doença, com o objetivo de reduzir os sintomas e diminuir a possibilidade de progressão.
“Ao realizar a programação do tratamento, que é feita inicialmente antes do tratamento propriamente dito, estudamos o movimento do tumor de pulmão no momento da tomografia computadorizada de simulação, assim é possível entender como ele se movimenta durante o ciclo respiratório e podemos irradiá-lo de forma focada, precisa e com poucas aplicações. Técnicas que conformam e/ou modulam o feixe de radiação quando associadas a técnicas de localização, como a IGRT (Radioterapia Guiada por imagem), trazem resultados muito consistentes pois têm a capacidade de entregar altas doses ao volume-alvo, preservando muito os tecidos e órgãos circunvizinhos a ele”, ressalta.

